Organização

26 de fev. de 2014


Não sou o tipo de pessoa que gosta de ficar em casa no carnaval, gosto de sair, me divertir. Não gosto daquela aglomeração desnecessária e dos efeitos colaterais dela, que não precisamos citar neste blog de família, mas sim, gosto de carnaval. Porém, como somos um blog democrático daremos sugestões e motivos para quem odeia esse feriado ficar em casa na santa paz, já que ontem a Soraia deu dicas dos pontos mais badalados nos próximos dias. Junte os amigos e/ou faça sua folia sozinho mesmo.

Por a leitura em dia: Sabe aquela penca de livros que você andou comprando e nem sequer leu a primeira página? Serão quatro dias de folia para os demais e cinco dias de leitura para você. Caso não tenha nenhuma novidade, vá correndo para a livraria ou biblioteca mais próxima e adquira tudo o que precisar. Mas vá já, pois logo as ruas estarão tomadas de bonecos gigantes e carros alegóricos. 

Maratona de séries: Faz o tipo que adora um bom seriado? Mais um bom motivo para ficar em casa, evitar o transito e colocar todas as séries em dia. E olha que dá tempo de começar algumas novas.

Maratona de jogos: Uma maratona que dá pra reunir todos os amigos e botar pra ferver com o Kinect na sala de casa. Rola uns quilinhos a menos e rola uma boa disputa com as amizades, umas prendas... Basta usar a imaginação e transformar um simples jogo no maior sucesso da turma.



Filmes: Seja no cinema ou em casa, outra boa pedida de distração nesses dias são os bons filmes. Reveja aquele seu favorito ou vá ao cinema, cuidado com os bonecos de Olinda, e fique atualizado nas novidades da sétima arte. Quando tudo passar você faz o cult para os amigos.

Habilidades culinárias: Se você não tem é uma boa hora para treinar e aprender, se já tem vamos por em prática. Da pra fisgar marido pelo estômago e ganhar quilos para perder no Kinect depois.

Baile VIP: Se você é como eu que adora uma folia, mas não tá afim ou não pode sair por ai gastando e/ou enfrentando multidões, a dica do meu coração é um baile VIP em casa, ou na casa de um amigo, como é meu caso. Reúna a txurma, promovam o cardápio, lembrem com carinho das músicas e claro, sem se esquecer dos #bonsdrinks. Da até pra por a TV em um lugar espaçoso e sambar junto com as passistas. 
Ou você faz um pouco de cada ou você pode passar esses dias de pijama fazendo aquele itinerário: cama/cozinha/sala. Não necessariamente nessa ordem. O que vale é fazer o que gosta e se sentir bem. 
-
Gostou? Então não deixe de compartilhar o link deste post em sua mídia social preferida, ou até mesmo deixar a sua opinião nos comentários. Assim podemos contar com você para fazer o blog crescer ou apenas pra compartilhar opiniões. Um beijo

17 de dez. de 2013


Para quem é assalariado no Brasil, fim de ano também é sinônimo de 13° salário. O que seria algo muito bom (dinheiro a mais na conta), acaba, na verdade, se tornando um problema. Isso acontece porque somos muito imediatistas, gastamos o dinheiro em vez de poupar um pouco e acabamos passando por maus bocados logo no início do próximo ano.
Gente, não vamos nos esquecer que os primeiros meses do ano são repletos de contas a pagar, não somente aquelas que fizemos entre os períodos de festas, como também impostos (IPTU, IPVA, seguro obrigatório etc.) e gastos com material escolar. Ter controle é muito difícil. Este foi o primeiro ano que me policiei e coloquei em uma poupança parte do meu 13° salário. Portanto, não sou a melhor pessoa para falar disso. No entanto, estou tentando, e é isso que sugiro para vocês: tentem poupar.


Uma das coisas que me ajudou a conseguir tamanha proeza foi ter separado parte do meu salário durante todo o ano em um cofrinho. Sim, um cofrinho. Todo mês depositei uma quantia, que nunca podia ser menos de R$ 50 e mais que R$ 100. Resultado? Consegui pagar à vista a maior parte das lembrancinhas de Natal e ainda tive dinheiro para me divertir nas férias. Se você não recebe um salário fixo, a dica é separar pelo menos 10% do seu salário todo mês e tentar esquecer que este dinheiro existe. Assim, ficará menos apertado no fim de ano e ainda conseguirá se divertir um pouco mais. Até a próxima!

10 de dez. de 2013


Fim de ano não é composto apenas de férias e 13º salário. Ele também é recheado de festas de confraternização e amigos secretos. Mas, o que fazer para dar conta do recado? Devo participar de tudo e me endividar aos montes, ou simplesmente fingir que estou sem tempo para qualquer opção que aparece só para evitar coisas desagradáveis? Calma, nem tudo ao céu, nem tudo à terra. Vamos conversar um pouquinho sobre isso, ok?


Festas de confraternização. Não adianta. Entre o Natal e o Ano Novo as pessoas estão felizes, alegres e querem estar perto das pessoas amadas. Assim, nada mais natural do que organizar reuniões e festas de confraternização. Nem sempre é possível conciliar as atividades profissionais com a vida pessoal e este é, portanto, um dos raros momentos para se compensar a ausência deixada ao longo do ano. Um dos primeiros conselhos é fazer uma agenda. Ela lhe ajudará a organizar todos os encontros que aparecerem, tanto os de ordem profissional quanto os de ordem pessoal, e permitirá que veja quais deles são prioritários. Afinal, não dá para fazer tudo, certo? 
Outro conselho é verificar possíveis aniversários nesse período. Veja, ninguém tem “culpa” de ter nascido no final de ano e nada mais justo do que querer comemorar esta data como todas as pessoas fazem. Seja você um aniversariante ou um convidado, o que deve ter em mente é planejamento. Trata-se de um período de férias e vários outros compromissos podem surgir ou já terem sido agendados. Dessa forma, vamos às opções. Se você for um aniversariante, lance um “save the date” aos mais chegados. É uma forma de saber quem participará da festa e também se escolheu a data ideal para a comemoração. Se for um convidado, você pode aceitar participar ou não de aniversários nessas datas. Independentemente de sua escolha, a primeira atitude é confirmar (ou não) sua presença. O anfitrião precisa dessas informações para preparar a festa e é sempre delicado da nossa parte avisarmos se vamos ou não ao evento. E não se esqueça de marcar na agenda o aniversário. O lembrete servirá ao menos para desejar felicidades à pessoa. 
Reuniões com familiares e amigos são sempre fáceis de comparecer ou driblar. Afinal, eles lhe conhecem como ninguém e sabem se pode ou não comparecer. O problema mesmo são as festas de confraternização das empresas. O que fazer com relação a isso? Bem, este é sempre algo delicado. Ficamos numa corda bamba, sem saber se devemos ou não participar e de que maneira. Não é um pecado mortal deixar de participar de uma festa de confraternização da empresa. No entanto, perde-se uma excelente oportunidade de marcar presença e criar network, algo que pode ajudá-lo na sua carreira. Entenda, não estou dizendo que este é o único jeito de conseguir isso. Na verdade, trata-se de uma chance de mostrar o que é fora do ambiente organizacional. Assim, não custa ficar uma ou duas horas conversando com colegas de trabalho e depois ir embora. 
Caso tenha aceitado o meu convite e fique na festa, tente manter a compostura (rs)! Brincadeiras à parte, você tem muitos outros lugares para dar vexame, principalmente aqueles referentes ao consumo excessivo de álcool. Lembre-se: a festa é uma extensão do ambiente de trabalho. Portanto, o que acontecer na festa pode ter consequências no dia a dia do seu ambiente profissional. Assim, evite ficar embriagado; pior que a ressaca física é a ressaca moral. Além disso, evite atitudes muito íntimas com colegas de trabalho. As paredes, corredores e rádio-peão têm bocas, olhos e ouvidos. Isso também pode prejudicá-lo. Dessa forma, aprecie tudo com moderação. 

Amigos secretos 


Outra coisa bem popular no fim de ano são os amigos secretos, ou, para quem preferir, os amigos ocultos. Seja qual for o nome, a verdade é que eles permeiam diferentes instâncias da nossa vida. Assim, temos os amigos secretos da empresa, da família, de colegas de cursos (pós-graduação, línguas etc.) e de amigos. Assim, haja bolso para tanta participação. E não importa dizermos que é simbólico. Se formos participar de todas as modalidades descritas acima, partindo do princípio que o gasto máximo é de R$ 10, gastaríamos R$ 40. Pouco, não? Tá achando que sou muquirana? Não, você que está pensando pequeno. Eles nunca acontecem em um ambiente em que não tenha comida e bebida. Assim, sem considerar estacionamento e formas de deslocamento, há ainda o gasto com a alimentação e bebidas, o que nunca sai por menos de R$ 30. Assim, lá se vão R$ 120 literalmente brincando. 
O ideal é mais uma vez planejar. Quais são prioridade e quais não são? Além disso, seja sincero e deixe claro que independente de estar ou não participando do amigo secreto, quer rever os amigos, encontrar os familiares, confraternizar com os colegas de trabalho. Se eles realmente lhe conhecerem, entenderão. Isso também vale para amigos ocultos com colegas de trabalho. Deixe claro que não irá participar, mas que quer interagir com a galera de uma outra forma. No mais, é aproveitar o clima festivo e se divertir.


3 de dez. de 2013


“Adeus ano velho. Feliz ano novo. Que tudo se realize, no ano que vai nascer. Muito dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender”. Sim, é hora de dar adeus ao ano de 2013 e iniciarmos a contagem regressiva para o ano que está por vir. E para tentar fazer com que esta passagem seja menos traumática, nas próximas semanas vou abordar alguns temas que são bastante conhecidos de todos nós, mas que continuam nos enchendo de dúvidas e, às vezes, problemas: férias, festas de empresas e amigos secretos, 13° salário, Natal e Réveillon.
Para darmos início à série de artigos, vamos ao primeiro tema: férias. Claro que fim de ano não é sinônimo de férias para todas as pessoas. No entanto, sempre há aqueles privilegiados que conseguem dar uma escapada para relaxar pelo menos uma semana. Assim, este artigo é para estes bem-aventurados e também para aqueles que tem uma breve folga entre uma festividade e outra.


Viagens – A verdade é que esta é uma das piores épocas do ano para fazer qualquer tipo de viagem. Estamos na denominada alta temporada e tudo sai muito mais caro neste período: passagens aéreas ou terrestres, hotéis, alimentação etc. Ainda assim, o fim de ano tem algo que pode nos animar um pouquinho: bônus e 13° salário. Munido de pelo menos um desses itens não fica difícil sonhar. 
Portanto, se você tem os fatores dinheiro e tempo a seu lado, nada mais o impede de fazer um pequeno preparativo. Se for realizar uma viagem internacional, estes são os itens com os quais deve se preocupar:

Hotel e passagens áreas – a qualidade do hotel é imprescindível para garantir uma boa viagem. Certifique-se que ele possui todas as características que julga serem necessárias para que tenha uma boa estadia. Atualmente, vários sites e aplicativos (TripAdvisor, Decolar.com, apenas para citar alguns) apresentam opiniões de viajantes sobre hotéis e pousadas. Confira esses sites antes de fechar o negócio. Não confie cegamente no que veem nos sites dos hotéis. Propaganda é a alma do negócio e estas empresas sabem como iludir os clientes. Veja questões sobre alimentação e higiene; esses são aspectos que não podem ser ignorados. 
Com relação às passagens, quanto mais próximas da data da viagem, mais caras. No entanto, com paciência e tempo para pesquisa, dá para garantir bons preços. Aconselho a chegar sempre com antecedência aos aeroportos (lembre-se que problemas como trânsito e overbooking ainda são frequentes em muitas cidades brasileiras. É por isso que se recomenda chegar com até três horas de antecedência nos aeroportos). Caso o opte por viajar sozinho, recomendo que verifique se o hotel oferece translado entre aeroporto – hotel e hotel – aeroporto. É um gasto (e uma preocupação) a menos. 

Idoneidade da agência – o mundo digital proporciona um ambiente ideal para que qualquer pessoa planeje e personalize suas viagens. Mas caso você não tenha tanta segurança ou não queira se preocupar em montar um roteiro, sempre há a opção das agências de viagem. Elas cuidarão de aspectos como hotel, passagens aéreas e traslados. Ainda assim, aconselho que se verifique a idoneidade da agência para que não levar gato por lebre. Consulte pessoas que já utilizaram serviços dessas empresas e veja se realmente vale a pena. 

Passaporte e vistos – documentos são importantes para quem viaja para fora do Brasil. Se a viagem for para países da América do Sul, um RG original e que tenha sido feito em menos de 10 anos é o bastante para entrar sem problemas nesses países. Porém, se pretende ir além desses locais, é imprescindível o uso do passaporte. Caso não tenha esse documento, providencie-o com antecedência em postos específicos da Polícia Federal. Isso porque, além de ser difícil agendar horários de atendimento em cima da hora, sempre há o perigo de uma greve ou paralisação. Caso já tenha um passaporte, verifique algo muito importante: data de validade. Veja se seu passaporte ainda está válido ou se não terá a validade expirada no decorrer da viagem. Se estiver com este problema, o procedimento é semelhante ao de emissão do primeiro passaporte, tendo que agendar dia e horário e tirar nova via. 
Outro ponto importante é com relação aos vistos. Confira se o destino exige esse documento. Estados Unidos, México e Japão precisam de vistos para que estrangeiros possam entrar no país. Cada localidade tem períodos e documentos específicos. Portanto, pesquisem sobre tudo o que é necessário antes mesmo de fechar o pacote. 

Vacinas – alguns países são paradisíacos, mas podem possuir sérios problemas de higiene ou até mesmo de doenças decorrentes de picadas de inseto. Por este motivo, os governos desses países requerem que os estrangeiros estejam vacinados contra essas doenças, como, por exemplo, febre amarela. Faça uma pesquisa e veja se é o caso do destino escolhido. Nem sempre os aeroportos oferecem serviço de vacinação e você pode ser impedido de embarcar, caso não comprove que tomou a vacina. 

Cultura local – outra observação é com relação a costumes locais, moeda e língua. Certos países possuem leis e hábitos bastante rígidos, principalmente quando comparados à cultura brasileira. Assim, faça um levantamento sobre roupas indicadas, gestos e postura para que não haja qualquer tipo de problema. Além disso, informe-se sobre a moeda utilizada e língua falada. Evite constrangimentos. E, caso se sinta inseguro, opte por pelo menos um guia turístico. 

Temperatura – já verificou todos os itens acima e está pronto para a viagem, certo? Quer mais uma dica? Confira o tempo no local para onde viajará. Isso evita surpresas desagradáveis e também ajuda no preparo da mala. Afinal, ninguém gosta de passar muito frio ou muito calor por não estar vestido de acordo com a temperatura ambiente. 

No Brasil, além das considerações feitas acima, dois pontos devem ser reiterados:

Documentos – em território nacional, para viagens aéreas e rodoviárias, deve-se ter em mãos um documento recente e original com foto, como o RG ou a carteira de habilitação. 

Vacinas – Sim, dependendo do estado para onde vai viajar, elas também são requeridas em território nacional. Pesquise se este é o seu caso e providencie tudo com antecedência. 


Férias caseiras – não tenho dinheiro ou um grande período para descanso. O que fazer? A primeira dica é cercar-se de pessoas queridas. Esta é uma época mais do que ideal para ficar perto de quem se ama e fazer planos. Além disso, é um ótimo período para fazer um balanço de como foi o ano. E aqui vai outra sugestão: desprenda-se. Se o ano não foi bom, desprenda-se do que lhe faz mal, o que inclui sentimentos e bens materiais. Assim, faça uma busca em seu guarda-roupa, veja aqueles itens que não mais vai usar e dê a quem precisa. Isso servirá como uma via de mão dupla: você renovará sua energia e alegrará o fim de ano de muita gente. 
Bem, esse foi o primeiro assunto da nossa listinha de fim de ano. Semana que vem falaremos sobre outras festividades. Até lá!



20 de ago. de 2013


Comprar um imóvel não é tarefa das mais fáceis. Mesmo porque, com o boom imobiliário, opções não faltam; o que falta geralmente é dinheiro para bancar esse sonho. Em um mundo ideal, o certo era você ter uma boa reserva financeira para dar o máximo possível de entrada em um imóvel. No entanto, como (quase) sempre isso não é possível, acabamos tendo que nos render a outros tipos de recursos, os quais têm juros consideráveis e faz com que fiquemos com aquela sensação de dinheiro jogado fora. Entre eles estão o consórcio imobiliário (carta de crédito) e o financiamento bancário.

O consórcio imobiliário é indicado para aqueles que querem adquirir um imóvel, mas não têm ideia de quando farão isso ou ainda para aqueles que compraram um apartamento em planta. Isso porque para que tenha em mãos o valor contratado você deve ser contemplado em um sorteio ou dar um lance (que normalmente é de pelo menos 30% do valor da carta adquirida). Ambos os caminhos não acontecem do dia para a noite e é por isso que é uma medida a médio e longo prazo.

Essas cartas de crédito são bem bacanas, pois os consórcios apresentam uma taxa de juros bastante inferior à oferecida em financiamentos bancários e o período para a quitação das parcelas também são menores (em média, dez anos). Além disso, você pode usar parte do valor da própria carta de crédito ou ainda de seu fundo de garantia para dar um lance.

Já o financiamento imobiliário, mesmo não sendo uma das alternativas mais econômicas para a obtenção de um imóvel, é uma alternativa para quem quer comprar um cantinho para chamar de seu. Sim, os juros são altíssimos, os prazos tendem ao infinito (de 15 a 35 anos), mas você pode se programar e eliminar grande parte das parcelas. Por exemplo, você pode juntar dinheiro para ir abatendo sua dívida junto ao banco ou ainda, de dois em dois anos, sacar seu fundo de garantia e ir diminuindo o saldo devedor.

Outra opção sugerida por documentistas, pessoas especializadas em orientar os compradores quanto aos trâmites necessários para a aquisição de um imóvel, é comprar cartas de crédito e usá-las também para eliminar parte do saldo. A princípio, não parece inteligente adquirir uma nova dívida para quitar uma já existente. No entanto, como já foi mencionado, os juros das cartas de crédito são bem menores que a de financiamentos. Assim, a longo prazo, você estaria economizando. É um sacrifício que, portanto, pode valer a pena.

Caso opte por isso, atente-se apenas a um detalhe: procure comprar cartas de crédito do mesmo banco com o qual fez o financiamento. Sei que os valores das prestações em ambientes diferentes podem parecer tentadores, mas, acredite, a dor de cabeça que isso vai lhe trazer não compensa.
Apresentadas as opções, sente-se com o seu gerente de banco e veja qual a melhor alternativa para você.


13 de ago. de 2013



Há um momento da vida, ainda que isto demore bastante para algumas pessoas, em que é necessário sair da casa dos pais em buscar de um cantinho próprio. No entanto, fica sempre aquela dúvida: é melhor alugar ou comprar um imóvel? Tentando responder a essa pergunta, conversei com vários economistas e pessoas da área. Mas as respostas mais me deixaram confusa do que ajudaram, pois a maioria disse “cada caso é um caso”. E aí, um simples post que tentava trazer uma luz para indivíduos que, como eu, já se questionaram sobre isso, tornou-se algo desafiador. Assim, o jeito que encontrei para tentar encontrar uma solução foi trazer justamente uma série de questionamentos que podem fazer com que você pense se é o momento certo para sair de casa e se é melhor alugar ou comprar um imóvel.

Take it or leave it 


Sair da casa dos pais não é uma decisão fácil. Afinal, normalmente temos uma personal fadinha, também conhecida como mãe, que nos prepara deliciosas refeições, lava e passa nossas roupas e está sempre disposta a nos ajudar e ouvir. Porém, chega um momento da vida em que queremos mais coisas, queremos nosso próprio espaço e que ele não se limite a um quarto. E a partir daí temos que tomar uma decisão: permanecer do jeito que está ou buscar novos caminhos. Para alguns esta decisão acontece já no final da adolescência, quando temos que estudar fora da região onde vivemos. Quando isso ocorre, geralmente optamos por dividir o apartamento com colegas ou irmos para repúblicas. E, depois de quatro, cinco ou mais anos, e é hora de voltar para casa, sentimos que já não mais pertencemos àquele ambiente. Talvez seja por isso que muitas pessoas que estudam fora, quando voltam ao local de origem, optam por alugar um imóvel, pois não mais se adaptam à casa dos pais. Seja qual for o motivo que o levou a tomar tal decisão, é importante ter em mente um primeiro aspecto: querer não é poder. Não é porque não aguenta mais seus pais, vizinhos, irmãos ou qualquer outra pessoa que você tem que sair de onde está. Isso porque, quando tomamos a decisão de morar fora de casa, temos que arcar com tudo que vem junto com ela. Como diria o Tio Ben, do Homem-Aranha, “com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”. Então, não é só alugar um imóvel; é ver se você terá condições de bancá-lo, o que inclui aluguel, condomínio, água, luz, gás, telefone, supermercado, gastos com manutenção, entre outras coisinhas.


Estou preparado. E agora? O que devo fazer? 


Certo. Então, você ganha bem o suficiente para morar sozinho e se sustentar. Ótimo. Já é um bom começo. Agora, você precisa decidir se quer comprar um imóvel ou alugá-lo. E mais: se for comprar, se o imóvel será adquirido na planta ou escolherá algo usado. Vamos à primeira opção: aluguel. O aluguel é mais recomendado àquelas pessoas que não têm muito dinheiro guardado e não possuem a menor intenção de entrar em uma dívida de longo prazo. Os contratos, embora minuciosos, garantem mais liberdade aos locatários e esses podem aproveitar para ver se realmente estão tomando a decisão certa. A opção também serve para você ver se realmente conseguirá aguentar pagar todas as contas sozinho. Enfim, a curto prazo pode ser uma opção bastante interessante.

Outra opção para quem quer mudar com uma certa rapidez é adquirir um imóvel usado. Tendo dinheiro em caixa ou podendo bancar um financiamento/carta de crédito, muitas vezes o valor de uma parcela sai quase o equivalente a um aluguel. Assim, vale a pena investir seu dinheiro em algo que ficará contigo.

Atualmente, as opções são muitas para conquistarmos esse sonho e sugiro que vá a diferentes bancos para ver qual é o que oferece melhor taxa de juros para que não saia tão lesado. (Mais informações sobre esses caminhos comentarei na semana que vem) Agora, se você quer sair de onde está, mas não tem tanta pressa e nem quer gastar o dinheiro com aluguel, uma opção bastante utilizada é a compra de imóveis na planta. Ou seja, você visita um apartamento decorado, escolhe um modelo de planta e espera dois ou três anos para que o prédio seja construído. Essa modalidade tem vantagens e desvantagens. As maiores vantagens estão na valorização do imóvel e no tempo que você tem para juntar dinheiro tanto para abater a dívida junto à construtora, como para a reforma (esses apartamentos, ao contrário dos imóveis para aluguel e de imóveis usados, geralmente vêm sem qualquer móvel ou piso. Dessa forma, você tem que gastar um “pouco” para deixá-lo habitável). Já as desvantagens estão nas prestações anuais e semestrais (que geralmente são bem salgadas) e também no atraso recorrente das construtoras na entrega dos imóveis, o qual varia de seis meses a mais de um ano. Assim, o que se percebe é que esta não pode ser uma decisão feita de uma hora para outra. Como tudo na vida, exige planejamento e dinheiro. E aí? Você está realmente preparado?


Instagram

PhD?. Theme by STS.