Gita Habiba

29 de mar. de 2014




Eu e meu marido resolvemos nos casar. Decidimos fazer como as mulheres sonhadoras e homens apaixonados ou chantageados também fazem. E tantos adjetivos é para falar sobre uma dica que pode mudar para sempre as recordações do seu casamento.

A mesmice dita a moda de que o Álbum de Fotos tem que ser clássico, e até acho lindo. Mas daí pensei comigo, eu e meu marido somos um casal irreverente, não fazemos o gênero casal 20, somos bem palhaços juntos e de repente, ao imaginar como lembraria deste grande dia em meu álbum, fiz uma careta tremenda, porque sinceramente, eu e ele vamos estranhar ver uma lady e um lord estampados naquelas fotos mágicas que um mágico-fotógrafo faz.

Daí surgir a certeza de que o meu álbum de casamento será tão irreverente quanto nós dois. Vamos fazer algo com a nossa cara, e lá com nossos 90 anos vamos sorrir do mesmo jeito ao lembrar. Na hora, comecei a vasculhar na internet quem mais sentiu essa necessidade de estampar a originalidade entre um casal, e achei algumas fontes peculiares, mas que dá para gente ampliar a criatividade na hora de escolher o nosso.

Álbum de Foto à Moda Sex Appeal
Essa ideia é bem aceita na Rússia. A maioria dos casais liberam geral a imaginação na hora do clique e tenho a certeza que muitos vão achar de mal gosto, (lá vem a ideia do clássico que nem chiclete na sua cabeça!) mas adorei a ideia. Enfim, as fotos são auto explicativas, mas a minha ideia é brincar com as fotos, deixar que falem pela nossa personalidade de casal. 






Álbum de Foto à Moda Manisfestação
Se a mania pega, haja álbum para tanta manifestação e indignação de todos. Mas não deixa de fazer parte de uma escolha especial para aqueles que acreditam no valor da mensagem destas fotos. Um casal de chineses viraram notícia há algumas semanas pela ideia. Fizeram do álbum um protesto pelas condições do ar da China e satirizaram o drama de morar, casar, conviver com essas verdades difíceis de calar.

Neste caso, a prioridade do álbum é outra, bem diferente da de cima. Aqui o casal quer denunciar que a massa de ar poluído esconde o céu e o sol de Pequim, e claro, além disso, não é impossível imaginar como estará os lugares lindos que são cenário, pano de fundo de tantas e tantas fotos de momentos especiais. Ou seja, pra quem não faz questão de ser egoísta e dividir o espaço do álbum com uma mensagem moralista, então a ideia pode lhe cair bem. Veja o álbum completo Aqui.


Vale lembrar que nunca é demais conversar com seu amigo fotógrafo, ele é fonte de ótimas experiências, e vai te ajudar a personalizar suas fotos. E a melhor dica de todas, é fazer um pré e o pós casamento, porque são nesses momentos que as sensações estão a flor da pele, e quem não se diverte vendo os amigos na maior descontração na festa? Taí a dica, espero que façam bom proveito. Beijo!

22 de fev. de 2014

Certos assuntos a sociedade ignora por desnecessidade ou necessidade... Depende do ponto de vista. O que vou dizer, é uma fração mínima e enigmática do que é real, desleal a vida e é do sub mundo. A pequena história que conto é uma dentre mil e muitas. Mas pense: Será mesmo que certos assuntos devem ser ignorados por nossa consciência e opinião?

Venho compartilhar sobre um documentário, e uma parte dessa opinião, a minha. A ideia é que você sozinho, conheça quem foi o Dr. Marcelo, e quem é a sociedade diante de fatos que precisam da sua atitude para fazer alguma diferença.

Conheça o início de um trabalho de compaixão, muito mais compaixão que infelizmente utilidade pública. Conheça o rapaz de família muito humilde, que se formou médico na USP, e que optou por ter seu consultório na Cracolândia. 

Preciso deixar claro duas coisas, a primeira é que a minha intenção é formar opinião, tirar debaixo do tapete um fato que não está precisando do seu corpo presente, da sua ação solidária, na verdade, a sociedade não espera que você irá priorizar o seu tempo com essa gente, ou essa situação. Mas quando convivemos entre muitos, e por várias gerações, será que não é de nossa obrigação, falar das coisas como elas são, e como poderiam ser? Não é da nossa obrigação de sociedade, mostrar o que pensamos, como agimos, no que acreditamos? O segundo esclarecimento, é sobre a parte de todo o documentário que me fez realmente pensar. A relação do vício com a sexualidade, com a própria hombridade.




Doutor Marcelo dos Santos trabalhou durantes sete meses na Cracolândia e produziu um diário que retrata o cenário miserável das drogas. Seu trabalho foi além da conduta ética pela profissão e muito mais além da visão de submundo que a sociedade conhece sobre a rotina de quem é usuário de crack. Uma das histórias deste diário, fala sobre o vendedor de brigadeiros, um pai de família que abandonou tudo para viver do vício. Depois de anos, este pai conseguiu abandonar o uso da droga e recomeçar a vida como vendedor de brigadeiro. 

Mas certo dia, vendendo próximo a região da Cracolândia, voltou-se ao horror do passado de viciado. Acordou no dia seguinte naquele labirinto de becos desumano, sem roupa alguma, sem dinheiro, sem brigadeiro e com sua dignidade e hombridade corrompida. Ele havia feito sexo oral para conseguir mais crack e satisfazer o fantasma do vício. Muitas pessoas banalizam o sexo quando se fala em comportamento sexual, porém são vários os motivos que levam o ser humano a deturpar o verdadeiro significado. 

A verdade é que a sociedade não está acostumada a familiarizar os problemas sexuais, sendo como problemas de comportamento de um indivíduo devido ao meio que ele convive. Pois este círculo de convivência pode gerar o desvio de caráter e a desmoralização aos hábitos normais. Independente das razões iniciais, o produto final é que isso pode se tornar doença, e ser psicológica, traumática, ou mesmo um vício que no caso do vendedor, não o define como homossexual, mas um heterossexual viciado. O sexo é a base fisiológica de qualquer ser humano também. 

E como outras necessidades, pode ser canalizado de forma errada. Acredito que a sociedade antes de torcer o nariz ao saber que um individuo é gay ou prostituta, deva saber que há outras denúncias sexuais a serem jogadas na cara da sociedade. Como o exemplo deste episódio do vendedor de brigadeiros... Estamos acostumados com a mesmice dos preconceitos, esquecendo que há tantos assuntos tangentes a condição humana, cuja verdade se esconde em becos escuros por fatos escabrosos e pessoas que só conhecem a lei da sobrevivência e exclusão. Deixo aqui um alerta a reflexão, aproveitando o nicho do trabalho do Dr. Marcelo, que morreu jovem, aos 27 anos, deixando sua história de luta e denúncias contra o sistema público e a realidade dos usuários de crack.
-
Gostou? Então não deixe de compartilhar o link deste post em sua mídia social preferida, ou até mesmo deixar a sua opinião nos comentários. Assim podemos contar com você para fazer o blog crescer ou apenas pra compartilhar opiniões. Um beijo



15 de fev. de 2014



Tem gente que gosta do queijo com goiabada, pizza com guaraná, já eu, gosto mesmo é do verão mais vestidos! E se você é daquelas que não perde uma promoção, então se liga na dica. Estamos em época de liquidação gente, e a dica de hoje é um post-lembrete, para as gatas que como eu, aproveita da bagatela para adquirir aquele vestido bafo e rico que se namora o verão inteiro!

Fui atrás das liquidações e me dei bem! Gostei tanto dos mimos conquistados que vim compartilhar com vocês 03 marcas que são grandes apostas para uma moda autêntica.

 A Ágatha criada em 1990, tem "espírito jovem e perfil urbano".  A loja tem uma coleção fiel ao bom gosto, e pode apostar: Tudo! Exatamente tudo nessa loja é um luxo... Mas como o assunto é vestido, então confira alguns dos modelitos desta coleção, e inspire-se!












A outra marca top da minha lista de desejos e particularmente, dos vestidos que mais gosto pela alta costura num custo benefício aparentemente caro, mas depois de provar um, basta para querer ter todos no seu armário. Ah! sim, a loja é a Antix e será que você já não suspirou vendo uma dessas maravilhas nas revistas de moda por ai? Os vestidos parecem ter saído de um conto de fadas, são bem coloridos e por incrível que parece, existe harmonia entre as cores do arco-íris em um só look! Veja alguns dos modelos que arrasaram nas revistas, direto para as ruas!















E claro, a última marca dessa dica, é para complementar o look dos vestidos. A Langak tem inspirações marroquinas, indianas e muito artesanal. Me apaixonei pelos vestidos bem hippies sofisticados, as pantalonas tie die, e principalmente pelos acessórios, e são eles que vocês podem conferir agora e ter a certeza, de que um vestido, sem um bom sapato e jóias, bijuterias, é como céu azul sem um sol esplêndido para brilhar...









E então gatas? O que está fazendo que ainda não aproveitou as liquidações? Eu Gita, fui conferir loja por loja e já garanti o meu... Só não tem fotos da minha produção porque a agonia foi tanta pra vir contar pra vocês, que durante a semana poderão acompanhar as fotos do que consegui garimpar e produzir a lá Gita. Enquanto isso, não deixe de visitar o Pinterest da Antix e  Langak. 

Fica valendo dizer que, a criatividade ainda é a melhor aliada para conseguir um look bacana, original, sem precisar assaltar a próprio cartão de crédito heim?  

Se você curte algumas destas marcas (ou todas elas!) então compartilhe com a gente uma foto do seu look, e ajude a gente a fazer moda aqui no PhD. Beijos Gatas!
-
Gostou? Então não deixe de compartilhar o link deste post em sua mídia social preferida, ou até mesmo deixar a sua opinião nos comentários. Assim podemos contar com você para fazer o blog crescer ou apenas pra compartilhar opiniões. Um beijo

1 de fev. de 2014

Pole Dance: Para induzir o corpo a ter resistência e flexibilidade extrema

Claro que estou falando da receita saúde + beleza + bem estar. E tudo isso é igual a que? Deveria equivaler um bem estar danado, mas tenho certeza que muitas das minhas amigas irão concordar que a receita é bem sofrida na maioria das escolhas.

Vou contar explicitamente o meu caso, porque se conselho fosse bom... Enfim, tenho 36 anos, 3 filhos e o meu histórico de saúde é regular, considerando que tenho úlcera, osteoporose e dois ligamentos estourados. Conclusão: sobre os probleminhas de saúde, está tudo sob controle, com exceção dos ligamentos que me exigem uma atividade física cujo músculos devem ser enrijecidos. O que eu entendi? Que deveria fazer musculação.

Na verdade, já coloquei nessa conta, que também precisava emagrecer uns 7 kg, endurecer o que está pra lá flácido, ou seja, como qualquer mulher preocupada com a beleza, enchi a força de vontade de coragem e esvaziei a conta bancária. Isso mesmo, estou aqui para falar que nem sempre o que lhe cai bem é o que está na moda, ou o que dá super certo para outra pessoa.

Primeira Atitude: Escolher o esporte. Fiz um plano anual na academia próximo de casa, fiz o exame médico e descobri que o meu nível de obesidade já estava no limite do meu peso ideal, então foi essa notícia que me fez ter a ambição de fazer esse bendito plano e comprar o  kit academia + um arsenal de roupas para não perder o pique. Moral da história: em um ano, fiz apenas um dia. Motivo? Comecei a trabalhar muito longe, e de vez cultivar a praticidade, cultivei a esperança alienada de que conseguiria um horário mágico para isso.

Segunda Atitude: Controlar a alimentação. A primeira atitude do desespero é tomar um Diet Shake certo? Confessa gente! Pois eu comprei e... não tomei. Está lá, no fundo do armário alimentando as bactérias. Além disso, claro que comecei a comer bem menos e escolher alimentos mais saudáveis. Mas ao longo de três semanas, ver a balança me injustiçar com gramas de recompensa, resolvi relaxar.

Terceira Atitude: Tomar remédios para emagrecer. Eu sou contra se auto medicar, evitei até um dia ver uma amiga secar, tomando apenas um complemento que promete eliminar as gorduras abdominais. Enquanto tomava o remédio, não me esforcei em praticar esportes, apenas moderando na alimentação.

Saldo parcial de um Ano: Perda de 1 kg! E muita falta de paciência para acreditar que eu era capaz de conseguir. Foi quando tive um conversa séria com o espelho e resolvi me culpar por não ter a devida força de vontade e tentar direito... Então parei tudo e resolvi recomeçar.

Quarta-Primeira Atitude: Restart nas atividades geral,! E começo de ano. De novo fui a uma academia e fiz o plano anual. Desta vez perto do meu trabalho, para poder fazer na hora do almoço. E de novo, musculação, mas desta vez, com Yoga e Pilates + Alimentação controlada pela boca mesmo + remédio milagroso do extermínio abdominal. Digamos que comecei uma maratona louca, incessante e alucinada para não perder o pique de novo... Só que mais uma vez, um belo dia numa aula de circuito, com direito a duas horas de bike, aeróbica, sequências absurdas de abdominais, quase tive um colapso arterial. 

Saldo Total: Na verdade o que tive foi um colapso nervoso. E depois de dois dias de mal comigo mesma e com o mundo da dieta, percebi que estava neurótica, descompensada com o meu tempo, e certa de que tudo estava errado. De quebra, praticamente perdi todo o dinheiro que investi, a primeira academia até hoje não pretende me pagar o que paguei e a segunda, me enganou literalmente. Fiz o plano e graças a uma promoção nesses sites de compra coletiva, a academia lotou demais e lá se foi o meu único horário para treinar. Não conseguia nem os 10 minutos na esteira para o aquecimento ( e nem receber o que gastei).

O que fiz? Cancelei tudo de novo. A academia, o remédio e descontei na alimentação. Comi tudo o que tinha direito só para provar para o meu bem estar que posso fazer o que quiser com o meu corpo. Digo  isso porque eu sei que muitas mulheres chegam a essa frustração depois de tantas tentativas. Parei por aqui para não fazer da minha Sexta tentativa uma cirurgia plástica, pois ainda acredito que deva tentar de um jeito menos incisivo (mas a ideia da cirurgia está lá, guardadinha).

Foi então que parti para a minha Sétima-Primeira tentativa. Marquei uma nutricionista e uma endocrinologista, farei todos os exames necessários para saber exatamente o que meu corpo precisa. E como atividade física, parti para o plano B, que é respeitar os meus limites e aceitar que meu pouco tempo exige determinação sim, mas também satisfação.

Voltei ao Pole dance e a Dança do Ventre, atividades que fazia quando a minha necessidade era outra, de manter a sensualidade em dia. Na verdade aprendi que são atividades tão esportivas quanto outras, e que é esse jeito de praticar atividades que me dá tesão e resultado. A alimentação? Ainda brigo com os pratos de massa, mas controlo a quantidade e qualidade conforme o dia a dia me concede. É possível fazer muito com o que a nossa rotina oferece. Basta mesmo determinação e memória gorda rs.

Dança do Ventre: Para lavar a alma e enrijecer tudo!


Aprendi que não há receita milagrosa, existe dedicação e escolhas certas. E para fazer essa escolha, é preciso ir atrás do seu histórico de saúde, porque para estar realmente bem, é preciso casar a saúde, com o bem estar e então a beleza. Hoje estou recomeçando tudo de novo, mas muito mais feliz, ciente do que preciso e posso. Logo mais estarei comemorando com a minha calça 38!

Saldo Atual: Feliz de mais da conta, de fez sofrer, pratico atividades que além de atingir os mesmos objetivos que outras, ainda me faz sentir gostosa, e de quebra, comprei um vídeo Game para praticar brincando e interagindo com a família.

Que fique a dica: Há outras alternativas tão saudáveis e prazerosas quanto escolher o que todos fazem. Siga a sua receita. E se você tem uma história parecida, conte pra gente! Ou tire uma foto praticando a atividade que te faz bem e compartilha com a gente!


Eu e o caso sério com o Pole Dance...

Gostou? Então não deixe de compartilhar o link deste post em sua mídia social preferida, ou até mesmo deixar a sua opinião nos comentários. Assim podemos contar com você para fazer o blog crescer ou apenas pra compartilhar opiniões. Um beijo



25 de jan. de 2014


Lizzie Velasquez e Malala Yousafzai e o Impossível ato de duvidar.

Essa semana duas mulheres me surpreenderam. Uma por ser chacota nas redes sociais e outra, por ser muito nova e já estar na prateleira da livraria Saraiva no hall dos mais vendidos. Estou falando de duas pessoas e um fato: Lizzie Velasquez (a mulher mais feia do mundo) + Malala Yousafzai (a menina que levou um tiro na cabeça pelo regime Talibã) + O Impossível (Fato consumado para aqueles que acreditam na sua idônea capacidade de gerar possibilidades).

Lizzie Velasquez é americana, hoje em dia escritora, palestrante motivacional e graças ao amor e dedicação de seus pais, nunca foi a mulher mais feia do mundo. A realidade não distorce as coisas como elas são, mas as pessoas distorcem o que enxergam, ouvem, julgam... Lizzie se tornou famosa porque soube reagir à várias discriminações e ofensas. O que ela tem não é feiura, é uma síndrome que acomete apenas duas pessoas no mundo todo. Ela não consegue engordar, não passa dos 29 kg, e deve ter outras deficiências de praxe da doença, além da cegueira unilateral e que a faz enxergar o meio termo de tudo com muita ironia e humor também.



Mas o que todos esperam ser o seu fardo, é na verdade a força motriz que inspira escrever, seguir uma profissão e não se abater por opiniões diversas. E pensando assim, é que  o insulto se torna uma crítica, que julgamentos se tornam frases de efeito moral e não devastadores, e que permite enxergar nessa pequena mulher que a sua presença de espírito é muito maior que qualquer posição que à coloquem.

Malala Yousafzai é patchum, paquistanesa, tem 16 anos e já concorreu a um prêmio Nobel da Paz, entre várias outras atitudes que define seus status de ativista, e que te faz ser alvo do Talibã. Claro que antes de tudo isso, ela como eu e você, como Lizzie, é alguém que tem sua cultura, suas obrigações civis, mas é surreal tentar entender porque uma garota luta, e luta mesmo, para que outras meninas de sua cultura tenham o direito a educação, e a simples liberdade de escolha.


É surreal para o nosso mundo Ocidental imaginar que mulheres desde seu nascimento, são privadas de vários direitos, ora porque sua cultura é adversa ou ora porque a religião é a única verdade enrustida na política, no socialismo, enfim, se para cada questão um ponto de referência for cotado, não teremos como mensurar o quanto estamos longe de comparações.

Não acho justo ficar relatando quem elas são, o que fazem, para cada uma há um link direcionado para estas informações... E um arsenal de material na internet para saber o óbvio. O que não está claro, é que mais de milhões de pessoas irão conhecer suas histórias, algumas irão se abalar, outras justificar o que vivem, seus destinos, creio que uma pequena porcentagem irá enxergar além dos números que as fazem "celebridade" e que vão tomá-las como exemplos para mover sua opinião de lugar converter a palavra impossível para outro nível e significado.

Acho mesmo que ver essas mulheres em ação, faz do impossível um fato e não cogitação, divagação, deficiência de possibilidades... Vê-las se expôr me encheu de ânimo, de coragem para dizer que se fosse destinada como elas, teria minha capacidade potencializada ao nível de mover montanhas.

É isso... O impossível tenta te fazer ajoelhar todos os dias diante da onipotência. Tudo o que parece impossível está diante de você para fazê-lo sucumbir ao ostracismo. Ou pior, fazê-lo achar que vivemos na dependência hostil da maioria. 

Da próxima vez que pensar em desistir, insista em exemplos que te surpreendam e não por frases feitas de quem talvez nunca tenha lhe dado a devida importância. Conheça seus horizontes...










11 de jan. de 2014



As férias estão acabando (para muitos) e para quem continuou na labuta, as férias do trânsito também acabaram. A realidade nas grandes cidades é cruel com todo mundo, trabalhador ou estudante. Agora me diz, que parte de "todo mundo", você se encaixa quando sai de casa para usar o transporte público ou privado todos os dias, reclamando do caos, mas só reclamando sem outra pauta no assunto do café da empresa, como por exemplo em "como ajudar a resolver esse problema?"

Instagram

PhD?. Theme by STS.