17 de fev. de 2026

 



Uma obra única que entrelaça uma pitada de romance policial com histórias íntimas de moralidade e da busca pela liberdade individual. Pouco depois de Rita aparecer morta na igreja que costumava frequentar, a investigação do que teria ocorrido se dá por encerrada. Sua mãe Elena é a única que não desiste de esclarecer o crime. Mas, acometida pela doença de Parkinson, seu tempo é contado em comprimidos, sendo a menos indicada a encabeçar a busca por um assassino. Uma penosa viagem dos subúrbios à capital argentina e uma conversa reveladora guiam a trama deste finalista do International Booker Prize, um romance íntimo e crítico no qual o corpo feminino é o verdadeiro protagonista. Uma das principais vozes contemporâneas da Argentina, e a terceira autora mais traduzida do país, junto com Borges e Cortázar, Claudia Piñeiro expõe as facetas ocultas do autoritarismo e da hipocrisia que podem determinar os rumos de uma vida.

Sinopse da editora

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Eu terminei esse livro aos prantos e eu nem imaginava que ele tivesse tamanha sensibilidade mesmo escrito em palavras duras.

Elena sabe é um exercício de empatia com o leitor: conseguimos vestir o sapato do outro mesmo sabendo que essa pessoa é um ser humano difícil de lidar? O livro em si não é sobre a história de uma mãe em busca da verdade sobre a morte de sua filha - isso é somente um pano de fundo para nos mostrar todas as limitações de quem sofre de uma doença tão feroz como o parkinson e precisa se virar sozinha para fazer coisas que, pra quem é saudável, são tão simples que são até feitas por osmose.

É curioso como a autora escreve no mesmo ritmo de Elena: a imprecisão de quem sofre de parkinson, a lentidão de quem possui movimentos limitados, de como funciona a cabeça de uma pessoa que luta para não se esquecer de fazer coisas básicas, ao mesmo tempo que o fluxo de pensamento se atropela entre o que precisa ser feito com as lembranças de Rita.

Eu senti muita pena de Elena, não só pela sua doença, mas também por ter tido uma vida tão dura que justificava inclusive a sua desconfiança com tudo. A realidade é que é difícil esperar afeto de alguém que provavelmente sequer o recebeu um dia.

O livro foi adaptado para o audiovisual e está disponível na Netflix.

29 de jan. de 2026

 



Petra Rose já arrebatou multidões e dominou as listas de livros mais vendidos. Mas, após a reação devastadora a uma adaptação de uma de suas obras, ela perdeu tudo: credibilidade, público e até a vontade de escrever. O ódio viral da internet a transformou em alvo fácil, e cada página em branco é mais um lembrete de que sua carreira pode estar chegando ao fim.

Desesperada para se reerguer, Petra se refugia em uma cabana à beira de um lago, determinada a concluir o suspense que pode salvar sua vida profissional. Só que ela não vai ficar sozinha por muito tempo.

Nathaniel Saint, um detetive misterioso, surge com notícias perturbadoras ― o que desperta em Petra uma criatividade feroz, quase obsessiva. Conforme suas palavras ganham vida, a fronteira entre ficção e realidade começa a se dissolver. O personagem escrito por ela não apenas se assemelha demais com o homem que a inspira… como também parece estar assumindo o controle da história.

Cada conversa, cada toque, cada segredo compartilhado intensifica a conexão entre eles. Mas a inspiração tem um preço, e Petra logo percebe que o caos que trouxe de volta sua voz pode também destruí-la.

O que é real? O que é invenção? E até onde uma escritora está disposta a ir para recuperar a própria narrativa?

Sinopse da editora




É impressionante como a coho é uma sonsa. Antes de começar o livro ela suplica para o leitor não achar que a história é sobre ela, mas impossível não ser. Até a treta que rolou entre os atores de "É assim que acaba" aparece nesse livro. A entrevista durante a turnê dela, assim como o capitulo de meia hora da Petra em uma live são puros desabafos da autora - o que ela gostaria de ter ouvido quando estava no meio dessas polêmicas, as expectativas e anseios dela em relação aos seus leitores, e especialmente nesta parte final, o que ela realmente queria explicar e não teve culhão de fazer, então meteu tudo em um livro.

Teria sido muito mais honesto se ela não tivesse escrito esse prefácio, porque o problema não é ela usar a ficção para romantizar a versão dela dos fatos. O problema mesmo é que o público detesta gente sonsa. Logo, temos aí um lançamento com nota baíxissima nas principais plataformas de avaliação de livros, provando meu ponto.

Além desse livro ser exaustivo de ler, parecendo um cachorro correndo atrás do próprio rabo, o excesso de “contudo”, “no entanto” e “entretanto” dessa tradução é irritante demais. Se deixassem os inúmeros “but” que a autora coloca em sua escrita em inglês, acredito que ficaria menos notável (e irritante) a repetição.

A autora ao invés de se preocupar em criar toda essa conexão instantânea entre os personagens, se preocupou mais em desabafar suas dores, ai não deu pra comprar uma conexão que sequer foi construída.

Fora que a protagonista é uma pessoa pavorosa. Ela passa o livro todo fazendo merda e procurando um monte de desculpas para justificar cada atitude terrível que ela teve. No fim ela estava lá se lascando e a única reação que despertou em mim foi um sonoro “BEM FEITO”.

Enfim, esse livro é pavoroso. Acho que o pior da Colleen Hoover que eu já li na vida. E olha que ela tem muitos livros ruins, hein? Ela pegou um conto que escreveu para uma coletânea com outros autores em 2021 chamado One More Step e fez exatamente A MESMA COISA, mudando a Megan para Petra. Aí enfiou seus desabafos no meio e saiu essa bomba que eu não indico nem para meu inimigo.

Acho que essa foi a pá de cal que eu precisava para parar de ler de uma vez por todas essa autora.

Outros livros da Colleen Hoover que já resenhei (esse post envelheceu feito leite)

Compre Mulher em queda na Amazon (por sua conta em risco)

Falei mais sobre Mulher em queda em minhas redes sociais e também no meu canal do Youtube, neste video sobre as leituras de janeiro:


26 de jan. de 2026

 


Entre os dias 10 e 19 de novembro de 1919, Franz Kafka, insatisfeito com a fria recepção paterna diante do anúncio de seu noivado com Julie Wohryzek, escreveu ao pai, o comerciante judeu Hermann Kafka, uma longa carta – mais de cem páginas manuscritas. Kafka tinha então 36 anos, uma vida pessoal acanhada – nunca se casara ou constituíra família –, uma carreira mediana de funcionário burocrático e uma ambição literária ainda longe de estar realizada. Na carta, que nunca foi enviada ao destinatário original, Kafka põe a nu toda a sua mágoa em relação ao pai autoritário, que ele chama, alternadamente, de "tirano", de "regente", de "rei" e de "Deus". Além da carta fartamente anotada, a edição conta com um prefácio que explica fatos e circunstâncias relativas ao texto e à redação da carta, um glossário de expressões e nomes de pessoas citadas, uma cronologia biográfica de Kafka e a reprodução fac-símile de algumas páginas do documento.

Sinopse da editora


O título deste livro é bastante autoexplicativo, e entendendo que se trata de uma carta escrita ao pai do autor, e não um livro para nós leitores, fica mais fácil ainda se aprofundar em toda a densidade que Franz Kafka deposita nesse manuscrito. 

É um destrinchamento de toda mágoa cultivada ao pai ao longo de tantos anos, se sentindo incompreendido, não amado, invalidado, descredibilizado e desacreditado por meio de uma educação autoritária que o pai mantinha como sua principal fonte de comunicação não só com a sua família, mas também com seus funcionários.

É muito fácil também nós lembrarmos de alguém com as mesmas características do pai de Kafka: um avô, um pai, um tio, um pai de alguém... pessoas que fizeram parte de uma geração marcada por esse relacionamento nocivo que distanciou desnecessariamente pais e filhos por praticamente uma vida inteira. Uma geração que acreditava que o respeito dos filhos nascia envolto do medo, e as palavras de Kafka só demonstram o quanto este tipo de relacionamento não era saudável nem para quem somente presenciava.

Foi meu primeiro contato com a obra deste autor tão conceituado, e que já me avisaram que se faz necessário para entender inclusive todos os personagens criados por Franz ao longo de sua carreira, já que grande parte deles parecem ter sido inspirados nessa figura aterrorizante que seu pai exercia em sua vida.

Nota 5/5


Falei muito mais sobre o livro Carta ao pai em minhas redes sociais e também no meu canal no Youtube, no video leituras de janeiro:


13 de jan. de 2026

 



"Quem vai te contar essa história é uma criança de 11 anos. O olhar fresco e bem-humorado de quem ainda vê a vida como mistério está aqui, mas vá por mim: não subestime a solidão de Maria Carmem.

A aprendiz de escritora, enfrentando as angústias da "pior idade do universo", irá te provar que é possível, sim, que uma menina seja mais solitária do que um velho. Ao menos uma menina que, como ela, cresce e cria suas perguntas entre os objetos de uma "loja de velhos". Ali elas já nascem antigas, frescas e pesadas, doce feito da mais dura poesia. Maria Carmem nasceu no fim. Sendo assim, do que interessa a idade? Como ela mesma diz, "é possível que um lápis pareça estar novo, mas todo quebrado por dentro".

É assim, toda quebrada por dentro, que ela desconstrói o mundo diante de si, o mundo adulto que cria regras e não as obedece, o mundo escolar, tudo: "na aula de matemática o problema dizia que um menino e uma menina precisavam calcular quantas laranjas levar ao parque se os convidados meninos comiam tantas e as meninas só mais tantas cada uma.

E eu escrevi que não era pra levar nenhuma, que tudo é mentira, ninguém vai junto a parque nenhum nessa vida". É também assim que ela junta e faz pergunta e faz poesia com tudo o que se ergue e desmorona, os pais, deus, o amor, o corpo, a morte, o difícil que é entender o amor dos outros.

Quando crescer, Maria Carmem vai ser escritora. Mas Maria Carmem já cresceu e já é. Esse livro é uma generosidade de sua poesia. Uma oportunidade de a gente crescer com ela."

Sinopse da editora

Acho que vem daí a palavra solidão, pessoas tão sólidas que ninguém vem checar se estão desabando.


Que delicia de leitura! Fazia muito tempo que este livro estava na minha wishilist, e quando ele entrou no Kindle Unlimited senti que era o meu momento. E certamente entrou para a minha lista de favoritos do ano (em menos de um mês já tenho dois adicionados nessa lista!) porque não só é uma leitura empática, divertida e encantadora, como também me enxerguei em muitos dos desabafos de Carmen.

E tudo é encantador na escrita de Mariana Salomão Carrara: a forma como ela construiu essa criança de 11 anos, que esconde em seu humor a solidão que a acompanha, a metáfora da capa - uma menina em uma piscina para simbolizar o banho maria tão citado no livro, o fluxo de consciência da pequena narradora, a forma ingênua como ela aponta a hipocrisia dos adultos… tem tantas camadas deliciosas nesse livro, que descascar cada uma delas se torna uma atividade paralela à leitura. Parece aqueles testes psicológicos feitos para crianças para descobrir algo da vida delas nas entrelinhas, sabe?

É um livro que certamente eu vou panfletar incansavelmente para todo mundo, porque ele é leve, e aos mesmo tempo denso, poderoso e ao mesmo tempo simples. Uma leitura perfeita para qualquer momento da vida, que nos proporciona um olhar mais gentil para a nossa infância, para a nossa juventude e também para a nossa versão adulta.

Outros quotes deste livro que eu favoritei:

Será que o vaga-lume pisca de dor? Se eu pudesse brilhar de dor eu seria um escândalo.



Eu acho que família é um vaso muito rígido, se você dobrar ou esticar demais ou enfiar muita coisa dentro tudo quebra em um milhão de cacos. Família é um vaso que quebra até por excesso de flores.



– Não, Carmem, às vezes a gente é discreto porque os outros são errados.


Falei muito mais sobre o livro Se deus me chamar não vou em minhas redes sociais, e também neste meu vídeo do Youtube sobre as leituras de janeiro:


11 de jan. de 2026




Em um bairro residencial tranquilo em Tóquio, uma casa chama a atenção de um casal que está prestes a ter seu primeiro filho. A construção é relativamente nova, bem iluminada, perto de uma estação de trem, com entorno arborizado ― à primeira vista, parece ser a opção perfeita. No entanto, um detalhe intrigante faz com que hesitem: no térreo, entre a cozinha e a sala, existe um espaço misterioso.

Em busca de explicações sobre o que pode ser aquilo, os potenciais compradores entram em contato com um escritor fascinado por ocultismo, acostumado a ouvir histórias de fantasmas e experiências estranhas. Auxiliado por um conhecido, especialista em arquitetura, ele se debruça sobre a planta baixa do local e logo descobre que, na verdade, a casa esconde outros pontos bizarros ― portas duplas, quartos sem janelas, cômodos com disposições estranhas ― que os fazem perceber que a situação é mais aterrorizante do que eles imaginavam.

O que será esse espaço misterioso, e por que ele existe? Quem seriam os antigos donos da casa, que desapareceram de forma tão repentina? Que coisas horríveis teriam acontecido ali? E seria realmente possível descobrir o segredo por trás de tudo? O escritor e seu colega não conseguem resistir ao desafio de ir atrás dessas respostas… Mas mal sabem que podem acabar se deparando com uma realidade macabra e inesquecível.

Sinopse da editora

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Casas estranhas é uma história muito boa, porém muito mal executada. Ela é contada de uma maneira quase infantil, mas sinceramente não é algo que estraga a premissa do livro.

E falando em premissa do livro, essa é bastante intrigante, pois te prende do começo ao fim, mas o desenvolvimento de tudo, até chegar aos momentos conclusivos da trama, foram muito mal desenvolvidas. No começo, todas as suspeitas surgem de forma extremamente aleatória, como se o autor e seu amigo molhassem o dedo com saliva e apontasse para o céu, e pimba! O argumento surgia.

A forma como os personagens se comunicam também é beeeeeeem bestinha. Nem parecem adultos, muitas vezes, e sim, personagens infantis de um anime. Se os diálogos demonstrassem mais maturidade e o desenvolvimento dos gatilhos da história tivessem sido melhor desenvolvidos, certamente esse livro seria perfeito.


A forma didática para explicar as plantas da casa, sempre repetindo os esboços a cada menção, pode cansar alguns, mas facilitar para outros. Ao meu ver, essa dinâmica foi pensada para facilitar a vida inclusive de quem lê esta obra no e-book, sem precisar ficar voltando as páginas para acompanhar as explicações dos personagens. Achei esse recurso bem dinâmico, sem quebrar a fluidez da leitura, e deixando tudo até mais divertido.

Enfim, Casas estranhas é uma obra para entreter, e o objetivo não é fazer refletir - é muito importante ter isso em mente. É uma história que fala sobre tradições bizarras, rivalidade familiar e mistérios bastante obscuros.

Nota 3,5/5


Falei muito mais sobre o livro Casas estranhas nas minhas redes sociais, e também em meu canal do Youtube, no video sobre as leituras de janeiro:


4 de jan. de 2026

 


Em uma bela manhã de verão, Phoebe Stone resolve se hospedar na Pousada Cornwall. Logo é confundida com os outros hóspedes do hotel, convidados de um casamento particular. A noiva, que passou um ano inteiro organizando cada detalhe de seu casamento, tem certeza de que tudo está conforme o planejado. Bom, exceto pela presença de Phoebe.

Mas, para a surpresa de todos, essas duas mulheres, tão diferentes entre si e em momentos de vida tão distintos, ficam cada dia mais próximas. Uma amizade improvável e inesperada que pode mudar a vida das duas.

Sinopse da editora

"Ela ama conversas profundas e sinuosas que sobem e descem, em especial de madrugada, quando todo mundo deveria estar dormindo. Esqueceu-se da forma como conversas, conversas muito boas, podem mudá-la; metamorfoseá-la como uma árvore. Às vezes deixá-la desnudada, às vezes deixá-la mais cheia."


Todo fim de ano eu escolho a dedo uma leitura para o período de recesso. Gosto de escolher um livro leve ou contemplativo para essa época em que as datas festivas nos deixam mais vulneráveis e que estamos com a cabeça cansada de todos os percalços que o ano que está acabando nos reservou. E quando deixei a leitura de "como arruinar um casamento" para esta época, eu sabia que era uma boa escolha, mas não imaginava que era uma escolha TÃO CERTEIRA.

Primeiro porque a sinopse nos entrega somente uma superficialidade de tudo que há neste livro. Não é somente sobre uma personagem que quer dar fim na sua vida em uma pousada onde rolará um casamento. É sobre a personificação de alguém que sempre está disposta a ouvir, mas que ninguém nunca para pra ouvi-la. É alguém que sempre se preocupa com o bem estar das pessoas, a ponto de se diminuir para não correr o risco de amplificar ainda mais a dor do outro. É alguém que nunca conviveu com pessoas que demonstrassem o quanto a sua existência é importante, mas conseguiu enxergar isso nas pessoas que nunca tinha visto antes na vida.

"Não existe de verdade um lugar feliz. Porque, quando se está feliz, todo lugar é um lugar feliz. E, quando se está triste, todo lugar é um lugar triste."

Não é só sobre um suicídio que pode arruinar um casamento - aliás, este título na verdade não é tão preto no branco assim, há inúmeras camadas por trás dele. É Phoebe quase arruinando o casamento de Lila com a sua decisão de acabar com sua vida? É Matt arruinando o casamento pedindo o divórcio? É Lila e Gary arruinando algo que nem sequer começou com seus respectivos votos de silêncio? Ou Phoebe arruinando tudo com seus sentimentos? Me arrisco a dizer que é tudo isso.

Há ainda inúmeras reflexões poderosas sobre a nossa própria existência como indivíduo e na vida das pessoas, e para isso, a autora construiu muito bem a personagem principal e seus protagonistas, com diálogos intensos entre todos os personagens. E nada melhor que uma semana inteira hospedada em uma pousada para um casamento para que todas essas conversas aconteçam de maneira espontânea, sem se tornar cansativa ou forçada. 

As referências literárias contidas nessa obra dizem muito sobre a própria autora também, e como essas histórias clássicas não trouxe inspiração a ela, como também ditou o rumo que Phoebe tomaria em suas decisões, transformando seu próprio trabalho em um livro tão inspirador quanto, de maneira bastante original.

"Como arruinar um casamento" não é uma história que te promete um final bombástico, um plot fenomenal, um começo, meio e fim inesquecível - a premissa é puramente reflexiva. A ideia é fazer você parar para pensar na importância de sua existência, que muitas vezes a nossa vida parece ser sem sentido porque NÓS nos permitimos encaminhá-la para isso, nós que nos habituamos a uma rotina ordinária e sem propósito, nós que muitas vezes não lutamos por absolutamente nada que almejamos porque a inércia é mais confortável. Porque as vezes a solução para tudo é parar para olhar para dentro, enxergar o que estamos fazendo de errado e sacudir a poeira para promover as mudanças necessárias em nosso percurso.

"tornar-se quem você quer ser é como qualquer outra coisa. Exige prática. Exige acreditar que, um dia, vai acordar e fazer isso naturalmente."

A única ressalva que tenho deste livro é puramente técnica: havia inúmeros erros no ebook, e acredito que sejam erros de tradução que passaram batidos na revisão (principalmente no final do livro).

Nota: 5/5

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