Maryah C. : Comum de dois gêneros

18:20:00



Antes de qualquer pré-interpretação, gostaria de deixar a (os) querida (os) leitores, assíduos ou de primeira leitura, de sobreaviso sobre a finalidade deste post. Não é (apenas) para o garanhão/ menino certinho ou pra gata de balada que põe fogo na pista e apaga com o cabelo / santinhas, em geral, que nos lê. Não é pra mim nem pra você. Nem generalizado. Cabe a quem interessar possa.

Há muito tempo num reino nem tão distante, quando se acreditava que no colégio de freiras as mocinhas iam crescer mais sérias e maduras ao não conviver com os garotos; ou naquela escola que o menino se apaixonava pela garota mais chata e destacada da turma que nem lhe dava bola; surgiu esse produto que todos tentam, mas quase nunca conseguem desmistificar: o Amor.
Porque na verdade, o Amor é o único sentimento, substantivo, palavra que se conjuga como verbo intransitivo, comum aos dois gêneros. Isto é, quando ele de fato, acontece.
Caso contrário, a gente vai viver saindo por aí, uns dias em busca, outros querendo não encontrar. Vai cair na lábia do baladeiros de plantão, pode não ligar no dia seguinte; ou simplesmente destruir o coração de alguém menos suscetível.
Os poetas são enfáticos e sábios em alertar para a captação ou envio de sinais para isso. E estes devem ser, sempre, recíprocos e verdadeiros.
Ou seja, se você quiser sair pra chutar o balde, pra esquecer, e nesse meio tempo surgir alguém que conseguiu perceber alguma de suas qualidades, nem tão explícita, mas que sem querer se sobressaiu , fez com que ele se interessasse por você, a ponto de querer te levar pra casa e nunca mais esquecer o caminho, mas que você não tem nem um pouquinho de vontade de repetir a dose; diga numa boa, na cara: “Não tô a fim.” Ninguém imagina de quanta dor de cabeça, dor de corno e dor na consciência estará imune nesse momento.
Se não, se valeu a pena, se essa pessoa possui os melhores beijos e pegada que você já sentiu, vá em frente: Quais são as suas reais intenções? Parece meio last summer forçar a barra assim no primeiro ou segundo encontro, mas, vamos combinar o tempo, cartão de crédito e ligações você vai economizar...
Se depois do “vem que eu também quero” ela sumiu como se nem tivesse existido, ponto pra você. Essa coisa de correr atrás quando a pessoa dá todos os indícios que prefere o capetinha à sua imagem em frente à ela... foi, né... deu.
Se você namora e sente que o nível do tesão está mais pra menos que pra mais ultimamente, já tentou experimentar aqueles produtinhos de sex shop e que tais? Se reinventem, afinal o único culpado por essa situação, se é que há, são os próprios casais. Monotonia não está ligada à falta de grana, e libido, não exige nada a mais que carinho e atenção.
Se os dois já não estão se agüentando mais e a suspeita é que o “problema” realmente é com você, deixe a pessoa sentir sua falta e veja o quanto isso mexe com você.
O tempo dá jeito em tudo.
E o importante é ser feliz.
Beijos.

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