O dia que a Dora entrou na minha vida

Eu sempre tive cachorros a minha vida inteira. Sempre tivemos o hábito de adotar cãezinhos lá na casa dos meus pais: podia ser de raça, vira lata... sempre tivemos um bichinho de quatro patas pra alegrar a casa. 
Deixei a casa dos meus pais recentemente e lá ficaram duas cachorras: A Nina, uma viralatinha simpática, e a Raica, uma pastora alemã que foi abandonada numa casa e adotada pelo meu pai. Aí senti uma falta danada: trabalhar home office sozinha e não ter nem uma cia pra te distrair durante o dia é chato, muito chato. 
Aí na segunda passada recebi uma ligação que me deixou ansiosa a semana inteira: minha cunhada perguntou se estávamos interessados em adotar uma bulldog de 3 anos. A dona não ia mais poder ficar com ela e estava procurando por alguém que pudesse dar amor, carinho e atenção, pois a cachorra ficava muito tempo sozinha em casa. Foi aí que arranjei uma companheira de aventuras.
A Dora é super boazinha, educada e carinhosa. Chegamos para busca-la neste último sábado e fomos recebidos com toda afobação do mundo! Depois fomos ao pet para dar um banho nela, literalmente e de loja também, e na volta para casa ela começou a ficar um pouco chateadinha, mas depois de umas horinhas já começou se sentiu a vontade. Recebeu visitas que a encheram de carinho, já sabe o caminho do elevador para o passeio diário dela, só faz sujeira fora de casa e ronca e solta pum que é uma beleza! Ah, e virou a minha sombra também! Acho que vamos nos divertir muito juntas, principalmente entrando na dieta.
E no final das contas, é muito notável quando o cachorro está feliz, né? E óbvio que ficamos até mais felizes que eles! Poder encher esse bichinho de amor é uma realização muito gostosa, que já está enchendo meus dias de felicidade. E se você quiser acompanhar a Dora, não deixe de segui-la no Instagram! Também queremos divulgar bichinhos para adoção por lá: @dorabulldog

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