O casamento da Tatte

No último sábado a Tatte, que fazia parte da nossa coluna de sábado, se casou! Cheguei um pouco mais tarde que o previsto porque o boy trabalhou no dia, mas não podia deixar de prestigiar o dia mais esperado pela queridona, né?


O vestidinho escolhido foi um longuete de renda, meio nude, meio rosa, meio lindo de morrer. A sandália é uma de cetim (e de guerra) com strass, achada na Colcci há alguns anos e que faz parte da minha sapateira a long time ago... Tudo isso pra combinar com a elegância do namoradão cara de mal.


Depois de passar uma hora na frente do espelho com a sogra pra colocar os cílios postiços, eis que a maquiagem saiu. Do meu jeito, mas saiu. Uma sombra preta + prata com o côncavo bem marcado, um lápis esfumaçadinho na parte inferior dos olhos, uma sombra branca no cantinho pra dar uma iluminada... e pra não pesar muito, um blush pêssego e um batom nude. Só. Se todo mundo gostar/curtir muito no 'faice', a tia aqui tenta arranjar coragem pra fazer um 'tuto'. Mas sem cílios postiços, tá?

Já a cabeleira da Zezé foi feita em 5 minutinhos (também porque se eu inventasse mais alguma coisa não daria tempo nem pra chegar na festa, né?). Primeiro fiz um topetinho básico de cada dia, e depois separei mecha por mecha e fui torcendo-as até a parte de trás (e central) da cabeça. Prendi com grampinhos, muito laquê nas ideias, e voilá! Tô pronta, tô gata. Sem dramas.


Fiquei muito honrada de estar lá no meio de tantos familiares e pessoas muito próximas da Tatte. Mesmo morando longe, não podia deixar de testemunhar a alegria da minha amiga querida. Foram anos ao lado dessa menina que me conquistou pelo cabelo samambaia que eu tanto 'pagava pau' na época da faculdade. E no primeiro dia de aula, a gente já se entendeu na primeira olhada. E assim foi até o último dia de aula.


Posso afirmar com todas as letras que a Tatte é uma pessoa admirável, sempre sorridente, contagiante e motivadora. Sempre fomos parceiras de trabalhos, provas, tretas e afins e também sempre soubemos que podia passar o tempo, mas nunca perderíamos contato. E realmente não perdemos, porque depois de poucos anos lá estava ela comigo, fazendo parte do PhD. E assim foi por um ano.



Não só eu, mas como todo mundo aqui do PhD deseja pra essa nega linda de viver muita felicidade, amor, prosperidade e, principalmente, cumplicidade nessa nova etapa de sua vida! E logo mais teremos mais da Tatte por aqui, dividindo com a gente as coisinhas batutas que ela encontra nas prateleiras das perfumarias.

Um beijo, preta linda!



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