Sheila entrevista: A doce e apaixonada Tatte

Continuando a saga de entrevista entre os PhDês, hoje você vai conferir um pouco mais sobre a Tatty Nascimento, a Tatte, a Jornalista paulistana que adora curtir seu tempo livre no cinema. 

Como foi a sua infância? O que mais te marcou naquela época?

Minha infância foi por aqui em São Paulo mesmo. Lembro que o que mais gostava de fazer era ouvir a fita da dupla Sandy e Júnior, e ficar gritando na janela todas as melodias. Sei lá, talvez para chamar só a atenção ou na ilusão de que alguém me contratasse como a mais nova cantora mirim. Essa vontade era uma das que eu tinha, além de querer ser veterinária. Outra coisa bem absurda e bem coisa de criança que eu tinha, era eu achar que todos nós éramos filmados o tempo todo, tipo um Big Brother... Eu viajava no caqui mesmo...

Quais eram os seus planos na adolescência?

Quando era adolescente não sabia bem o que queria da vida ainda, por essa razão fiz muitos, mas muitos cursos mesmo, desde Mecânica de Usinagem até Corte e Costura, e por ai vai...


O que te fez escolher o jornalismo como formação?

O curso de jornalismo foi escolhido meio que no susto. Estava a ponto de pirar por estar há alguns anos sem estudar, e observando minha vida passar e eu sem um futuro definido, comecei a pesquisar cursos e faculdades. Quando vi o curso de comunicação social com habilitação e jornalismo fiz um belo check list da minha vida, minhas habilidades, meus testes vocacionais e aptidões... Após tantos pesares, vi que essa era a profissão que tinha tudo a ver com meu jeito de ser: falante, curiosa, questionadora, narcisista, revoltada com injustiças e sedenta por abrir os olhos alheios... sei que essas características podem ser de outras profissões, inclusive meu obcecado prazer em ouvir historias alheias, mas foi o jornalismo que me pareceu mais a minha cara, e tirando a parte financeira, fiz uma escolha consciente...

Entre os seus trabalhos e experiências na área, qual falta para você se realizar profissionalmente?

Sempre quis trabalhar na produção de Rádio e TV e ainda pretendo realizar esse sonho! Ser uma das editoras que planeja e produz todos os materiais que irão pro ar pra trazer atualidades para quem quiser assistir.


Já pensou em desistir de tudo? O que te desmotiva na vida e profissão?

Várias vezes, principalmente nas ocasiões em que ficava muito tempo sem conseguir uma única colocação. O que me desmotiva é ver que na profissão tem vaga e espaço, mas você continua desempregado ou então é desvalorizado com salários menores do que quando era iniciante e estagiária...


O que mais te motiva? O que faz a Tatty acordar todos os dias e batalhar pelo próximo que virá?

O Fato de que se você não seguir em frente vai ficar para trás, seria uma boa justificativa... (risos).... É algo lógico, sei lá, sigo em frente porque gosto da vida gosto de ver o mundo e as pessoas, não sou muito de deixar a peteca cair, sempre acreditei que até as coisas ruins tenham sempre um lado positivo e pronto.



Além do seu noivo que você tanto fala, o que mais te dá felicidade?

Ah...(risos)... O Marcos, meu noivo, de fato é uma das minhas maiores felicidades, que me fez almejar os lados mais sérios de uma vida a dois. Mas eu posso dizer que o que me faz feliz são coisas mínimas. Sou bem criança internamente e tenho aquele mundo ilusório de me animar com a simplicidade das coisas, como por exemplo, ter meus pais juntos e comigo e poder dizer boa noite mãe , boa noite pai... e o que está bem em desuso mas eu ainda levo comigo, que é pedir a benção deles. Sou muito caseira e família e se isso acontece fico mais que feliz!

O que você mudaria na sua vida, e o que deixaria como está?

Eu mudaria minha conta bancaria, uns milhões fariam bem... E deixaria como está os meus planos que são casar e construir uma família, algo que muita gente não crê que ainda valha a pena, mas como sempre sou do contra, vou provar que é possível, basta querer!


Como foi que entrou para o PhD? Quais os temas que mais gosta de escrever?

Entrei para o PhD por convite da Sheila (você, Tuka), que é minha amiga desde o primeiro ano da faculdade de jornalismo, em 2006. Não me lembro bem em qual ano entrei para o PhD, mas sempre admirei a iniciativa de sua criação... Gosto de escrever bastante sobre novidades de beleza, que foi o meu primeiro tema por aqui.

Tuka e Tatte na época da faculdade


Aconteceu algo desde quando entrou para o PhD que te mudou/agregou em algo?

O que me agregou entrar para o PhD foi o sentimento de utilidade, pois todos são necessários e fariam muita falta se nao estivessem mais por aqui... Quando comecei a escrever no blog estava desempregada e nem me sentia mais uma jornalista, e esse exercício semanal me fez provar que sou sim uma profissional que estava somente sem meu lugar no mundo corporativo lá fora...


O que você mais gosta na Tatte e o que mais detesta?

O que gosto na Tatte é sua facilidade em desenvolver um tema que goste. E odeio nela quando não cumpre o seus prazos deixando outros presos por suas faltas...


Qual foi o lugar mais especial que conheceu?

Nao viajei muito nesses meus 26 aninhos de vida, mas minha última foi meio turística e gostei muito. Foi para Itanhaém, um lugar que eu achei que fosse pura praia, e no final se mostrou uma ótima cidade histórica, recomendo o passeio!



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