IatanGM: Sara Richena, a madura adolescente do PhD

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Dando continuidade a série de entrevistas com o #PhDTeam, chegou a hora de apresentar à vocês a Sara Oliveira, mais conhecida como Sarry.
Presença garantida aqui no site com sua opiniões e dicas sobre diversos assuntos, nossa querida Sara é uma paulista de 23 aninhos com essa carinha e espírito de adolescente. Super espontânea, posso garantir que ela é a mais sapequinha da nossa turminha com sua personalidade bem "maduradolescente".
Convido todos e todas a seguir com a entrevista super descontraída e completinha sobre a vida da Sara, não deixem de ler!

 Quem é a Sara Oliveira e qual foi o caminho que ela percorreu na sua vida até se tornar quem é hoje?
Eu adoraria saber quem é de verdade é Sara Oliveira. Mas acho que essa tal ai é uma mulher que não saiu da infância, e provavelmente não vai sair tão cedo. Prefiro viver no meu mundinho de sonhos e fantasias do que na realidade; ela machuca muito e acho que foi o caminho tão cheio de barreiras e contratempos que  percorri, que me tornou assim tão presa a ideais e fantasias que parecem ser comuns a uma adolescente de 13 e não a uma mulher de 23, se é que aos vinte e três anos podemos nos considerar mulheres aos invés de meninas.

 E a paixão pelo Mickey Mouse, é verdadeira? (eu precisava perguntar isso rsrs)
A paixão pelo Mickey é verdadeira sim (risos). Dou toda a culpa dela aos meus pais, que no meu primeiro aniversário colocaram uma vela dele no meu bolo, a partir daí eu nunca mais larguei o vicio e paixão por qualquer coisa da Disney. As pessoas têm o costume de dizer: “Você parece um ratinho” – então eu prefiro dizer que sou a cara do Mickey, mas sou uma fofa.

 Todos nós agimos de maneiras diferentes e por motivações diferentes. Você se considera uma pessoa de ações racionais ou emocionais? Por quê?
Totalmente emocional. Como uma boa canceriana, sou do tipo dramática. Mas também posso dizer que depois que toda aquela emoção abaixa e as coisas se acalmam, tento levar pro lado racional, pois a gente precisa aprender que nem tudo na vida é como queremos e as vezes precisamos parar pra pensar um pouco e agir de forma racional para que o relacionamento com as pessoas que convivem conosco possam andar de uma boa maneira.

 Como seria um dia na vida de Sara?
Cheio de sono, isso eu te garanto. Acordo cedo e vou para o escritório com o meu pai. Lá passo o dia tentando aprender um pouco de como ser uma boa contadora, mas acho que isso não está funcionando muito bem (risos), e a noite vou pra faculdade também tentar aprender alguma coisa. No meio de tudo isso, durante o dia arrumo uma forma de ficar nas redes sociais, de escrever pro blog e de falar com o meu namorado - sim, sou do tipo neurótica que fala com ele de manhã, a tarde e a noite.
Prefiro dizer que não é neurose: como só nos vemos aos finais de semana, é uma forma de matar a saudade e me sentir um pouco mais perto.


 Sempre te vemos descontraída aqui e nas redes sociais, e isso é maravilhoso. Mas quando a Sara séria precisa entrar em ação, o que você faz e como ela age?
Muito difícil me ver séria, pois até nesses momentos eu acabo agindo feito uma palhaça - não gosto de situações sérias, elas me dão pavor. Mas nos momentos que não tem jeito. tento resolver com calma, o que é um pouco difícil, porque sou bem estouradinha a principio da situação. Então tenho que parar, respirar, contar até mil se precisar e colocar a cabeça no lugar pra tentar resolver alguma coisa direito, mas no final sempre acabo tirando algum sarro do ocorrido.

 O que você gosta de fazer nos seu tempo livre?
Gosto de ficar na internet, ler um bom livro, ouvir música, assistir um filme ou algum seriado e namorar bastante. Tirando o namorar, claro, gosto de ficar na companhia das minhas gatinhas, só de brincar um pouco com elas já parece que aquele peso do dia se vai.
Os simpáticos bichinhos da Sara. Sente como eles te olham...

 Já te vi algumas vezes comentando que tem vontade de escrever um livro. Isso é verdade? Se sim, que tipo de livro seria?
A mais pura verdade - tenho essa vontade desde criança. Sempre pegava um caderninho pra começar a escrever e não conseguia, só ficava na cabeça e isso me frustrou bastante. Acabei deixando essa vontade de lado, mas ela voltou com força total e eu pretendo colocar as ideias em letras assim que as férias da faculdade chegarem. A principio será um romance, tenho algo criado em minha cabeça já, mas não é nada completo, vocês vão saber mais detalhes em breve.

 Você está cursando faculdade há um bom tempo, o que você planeja para o seu futuro profissional e em que área você pretende atuar?
Não sei se vou atuar nessa área que eu estou estudando, Ciências Contábeis, na verdade se me perguntarem hoje, agora, eu vou dizer que não, sou um pouco louca quando o assunto é esse, as vezes amo de paixão o que faço e as vezes odeio profundamente. O que eu quero mesmo é ficar rica, e muito.

 Como você conheceu o PhD em sei lá o que, e de que maneira apareceu a oportunidade de você fazer parte dessa família?
Foi bem louco o modo que o PhD apareceu na minha vida; já acompanhava o blog por conhecer a Sheila e a Bruna B. acabei gostando do conteúdo e entrava todos os dias, comentava, dava sugestões. Aconteceu que eu sonhei por dois dias seguidos que a Sheila e a Bruna me ensinavam como ser uma boa blogueira, como ter um blog e tudo mais, coincidência ou não nessa mesma época a She foi chamada para dar uma palestra exatamente sobre esse assunto, foi tudo muito surreal, acho que ela entendeu isso como um sinal ou qualquer coisa que seja e cometeu a insanidade de me convidar para fazer parte dessa família e aqui estou.

 Muitas das matérias que você traz ao PhD estão relacionadas a moda. Você é exigente quanto ao que veste no seu dia a dia?
Não sou nenhuma it girl, mas procuro estar sempre bem vestida, de acordo com o que está se usando no momento, claro, se o que for moda me agradar. Não me sujeito a usar algo que eu ache feio e não caia bem em mim só porque o mundinho fashion está dizendo que é para usar.

 E quanto aos esmaltes, que parecem ser mais um dos itens indispensáveis na sua produção?
Amo esmaltes e procuro fazer as unhas toda semana e sempre que estou em algum lugar que vende já fico com meus olhinhos brilhando para poder comprar alguma novidade. Alguns usei uma única vez, mas não tenho coragem de me desfazer, vai que amanhã ou depois eu sinta vontade de passar, não é?

Sara e o namorido Bruno. Cuidado com os comentários por que o ciúmes está presente...

 E o namorado é ciumento ou sofre com os ciúmes da Sara?
As duas coisas. Nós dois somos bem ciumentos, mas sabemos levar com jeitinho, senão todo mundo enlouquece e não tem namoro que aguente. A gente se conhece bem, confia um no outro, não podia ser diferente já que moramos em cidades diferentes. - confiança e respeito é uma boa base para um relacionamento - A gente se respeita, mas claro que existem aqueles momentos em que o ciúmes aparece e fica difícil controlar e acabamos dando uma escorregada nos bons costumes e dando um pequeno show. As vezes por motivos tão bobos que nem precisavam, mas vai entender o ser humano.

 Como você se imagina daqui há cinco anos?
Rica, muito rica, tipo Narcisa Tamborindeguy. Não gente, calma, não sou tão louca assim. Eu pretendo ter terminado a faculdade tudo nos conformes, sem nenhuma matéria pra tirar porque daí eu fico louca, também espero começar outro curso, talvez Letras, espero estar bem financeiramente a ponto de poder ter o meu canto com o meu namorido, com meus gatos, cachorros e meus Mickeys espalhados por toda a casa. Espero conseguir realizar meu sonho de me casar de véu e grinalda, com tudo o que tenho direito e claro, ir passar minha lua de mel na Disney ou em Cancun - tai uma bela DR lá de casa. Enfim, espero estar feliz e bem resolvida.

 Pra finalizar, conta pra gente o que mais gosta aqui no PhD e o que te inspira a continuar escrevendo regularmente aqui no site.
Difícil escolher o que eu mais gosto aqui no PhD, é tudo feito por nós com tanto amor e carinho, que cada coisa feita acaba sendo um filho pra gente, não é mesmo? Essa nossa parceria e cumplicidade me motiva muito a estar sempre aqui, regularmente com meus textos, sejam eles bons ou não, gosto de escrever e expor o que penso, mesmo que as vezes o reconhecimento não venha, é bom por pra fora em forma de textos. Vocês são meu amigos, minha segunda família, nos falamos diariamente e isso é tão bom, tenho a certeza que fiz grandes e belas amizades por conta do PhD, sou muito grata a vocês.

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