2011/2

No último dia de 2011, precisamente nos últimos 10 minutos do ano, manterei meu pensamento em todas as alegrias conquistadas. Foi um ano de muitas mudanças em minha vida, pessoais e profissionais, as quais quero manter vivas para sempre dentro de mim. Acredito que, com esta atitude, poderei manter essa boa energia no meu coração, para deixar as portas escancaradas para as novas conquistas.


Tratando-se do que aconteceu neste ano que está chegando ao fim, aprendi que não é com ansiedade que se chega onde queremos. Quando mantemos a calma e a cabeça no lugar é que pensamos nas melhores soluções, nos melhores atalhos, e quando não conseguimos algo que juramos ser o melhor pra gente, as vezes por capricho ou por um lado mimado que cultivamos, mantendo essa linha de pensamento é que entendemos que nem sempre o que achamos é o melhor para todos.
Percebi também que as pessoas não são do jeito que queremos que elas sejam, nem precisam ser como nós. Primeiro porque não somos perfeitos, logo porque somente o que queremos e pensamos é o melhor ou certo para os outros? Assim como nós, todos tem o direito de seguir a sua vida como querem, e sabem (ou deveriam saber) exatamente o que é melhor para a sua vida, não é mesmo?

O mais importante que aprendi é que só com paciência que conquistamos qualquer coisa que almejamos. Não adianta meter os pés pelas mãos, tentar adiantar o que precisa ser esperado, pois é dessa forma que tomamos as piores decisões, fazemos péssimas besteiras e ainda por cima, jogamos fora oportunidades. O tempo é a cura, solução e resposta para tudo.
O que jamais posso esquecer, além de todos esses aprendizados, é que eu ainda tenho muito mais coisas para aprender. Quero fazer disso algo bem agradável e viciante, porque agregar conhecimento para todos os setores da vida nunca é demais. Costumo não fazer promessas de fim de ano, porque acredito muito que quando queremos mudar ou melhorar, não precisa esperar até o reveillon para colocar tais planos em prática - se há força de vontade e disposição, qualquer dia é dia.


Minha conquista pessoal mais desejável foi me preocupar 100% somente com os meus problemas. Quando gostamos de alguém, queremos adotar os seus problemas como se fossem os nossos, e assim gastamos nossas energias com os pepinos dos outros, e também os nossos. Não estou dizendo que o melhor é não se importar, mas sim não fazer do problemas dos outros, o meu. Na verdade, problemas nada mais são que maneiras que a vida nos ensina a amadurecer, e se tentarmos resolvê-los pelos outros, ou jogamos os nossos nas costas de alguém, pularemos essa etapa importante da nossa vida, e deixaremos de ganhar um ponto a mais nessa tarefa dificil que é a de crescer e se tornar um adulto responsável.


Este ano serviu para que as lamentações fossem diminuidas. Chorar pelo leite derramado não resolve nada, não é mesmo? Então... que isso seja aumentado em doses gradativas, e que cada vez menos as lamentações façam parte da minha vida. E é o que eu desejo com sinceridade à todos: um ano novo próspero, sem lamentações, com muita aprendizagem e o resto, como dizem nossos avós, com saúde a gente corre atrás.

Feliz ano novo pra você, phdete!
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Ei, passa aqui no nosso questionário rapidinho?



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