I love tattoos

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O que antes era visto como algo adotado por vândalos e foras da lei, hoje é mais do que moda. Pode até ser considerada como arte, e muitos até as utilizam para expressar um tipo de pensamento, ou defendendo um estilo de vida. Ou vai me dizer que você ainda não gosta de tatuagens?
Há para todos os gostos: simples e delicadas, para quem não gosta muito de chamar a atenção, até as enormes e estilosas, para os destemidos e ousados.

E por falar em ousadia, o senhor aí ao lado, o canadense Rick Genest, deixou de ser um mero andarilho em Montreal, e por conta do tal adjetivo, hoje é um dos figurantes que mais chamam a atenção no clipe "Born This Way" da diva Lady Gaga. Rick era conhecido nas ruas como Zombie Boy, e agora trabalha como modelo e estreiará nas telonas ao lado do ator Keanu Reeves, em um filme chamado 47 Ronin. Ah! E para as mais curiosas, somente o bumbum de Genest é branquinho da Silva.

Eu comecei a me tatuar cedo, e não aconselho ninguém a fazer o mesmo. Aos 17 anos, fiz minha prima tatuagem (3 estrelinhas coloridas, as quais já estudo um jeito de cobrir) e aos 18, a segunda. Era um cupido que foi coberto em 2009 por essa rosona linda e vermelha. Sugiro que vocês cliquem na imagem para ampliá-la, e ver os detalhes que me orgulho tanto. E pior é que o vício é grande, e já quero emendar um outro desenho nela, até meu ombro.
Porque não aconselho? Simples: quando a gente é novo, as ideias são diferentes, os gostos são imaturos e muitas vezes, acabamos nem gostando mais do desenho escolhido. Então, como tatuagem é pra sempre, é uma boa esperar mais um pouco para ter certeza do que quer fazer, e aonde.
E se a ideia é tatuar um nome, que seja da mãe, do pai, do filho, do avô... e não do namorado, né? Não vale fazer a Deborah Secco do momento só pra agradar (ou não) o cara.

Contando com a criatividade das amigas tatuadas, separei as tops tops inspirações pra vocês. Garanto que vão amar!



da minha turma:




Aquela tatuagem de cupido que cobri era igualzinha da Dani. A diferença é que ela fez em um cara que estava sóbrio na hora de desenhá-la. A Dani é mãe, professora e fã da banda Teatro Mágico. Ela emendou a 
a admiração por uma das músicas, juntou com seu sentimento, e atravessou suas costas com a frase 'só enquanto eu respirar, vou me lembrar de você...'


'Us, us, us... eu sou fã da Dani Cruz!'. Essa queridona é dona de um monte de tatuagens. As que eu já vi são essas da imagem, todas no braço: contorno de lindas flores no ombro e braço, um trevo de quatro folhas e duas rolinhas (ou andorinhas?) com cerejinhas no bico, uma em cada braço. A Dani também é blogueira e acabou de reformar a sua casinha, o Mais Magenta.



A Livia e eu nos formamos em jornalismo juntas, e além de comunicadora, ela é uma encantadora de pessoas. Acho que essa fada aí na perna dela faz jus a dona, sabe? Aí os passinhos dela são representados por esse caminho de borboletinhas. 


A Lud é do rock, sabe? Rock e Old School. Aí ela fez um coelho azul pirata, com rosas vermelhas e teia de aranha no braço. E esse desenho é dela. Só dela.


A Mari é fotógrafa e atrás das suas lentes tem esse ombro/costas pintados a mão igual artesanato. Estrelinhas e arabescos deixam a bambina toda charmosa, não acham?


A Susan é tão do rock quanto a Lud. Se você ir na melhor balada de São Paulo, pode apostar que ela estará por lá. Ela também é formada em Comunicação e sua tatuagem foi feita por super etapas. Pra ter esse braço fechado, só o tempo maior do mundo mesmo deixou tudo bonitinho com ela queria, né? 


por aí...

E aquelas tatuagens de pessoas que nem sabemos quem são, mas que deixam a inspiração pra cobrir o corpo inteiro?






A gente começa com ele, e finaliza com ele.
Gostou? Quer postar a sua tattoo aqui pra gente? Mande um email para phdemseilaoque@gmail.com que publicaremos sua foto.


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