Maryah C. : Essa coisa chamada Amor


Quem traduz? Quem decifra? Onde se encontra? Onde vende? De quem se pega? Por que existe?
Nos fazemos tantas perguntas sobre ele que ás vezes deixamos de, apenas, senti-lo.
Esse peso que te traz de volta pro chão, a palavra que você deseja ouvir em determinado momento, a fúria interior ao saber que ele consegue sorrir para outras pessoas e fazê-las rirem também.

Todas formas de amor.

O amor que não trai, que machuca, que faz parar de doer e correr bem mais depressa ou ir além.
A sintonia, o assunto, o olhar, o tesão, o encaixe. O amor...
Tudo o que a gente faz ou deixa de fazer em nome dele. O amor não é egoísmo, é outra coisa. É mais que isso.
O amor que se soltar demais pode se perder de vista e se prender pode sufocar. Esse antagonismo é mesmo o amor.
Um sentimento meio bossa nova, meio rock’n roll. O fazer nada junto é fazer tudo. Um dia sente muita falta, no outro não quer nem ver.
O estar por perto que nem sempre é estar ao lado, mas que é estar presente. Um presente.
O amor pode ser tudo isso e muito mais, se você quiser, se se permitir.
Essa coisa a que não cabem apenas definições, faz dele tão inexplicável.

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