Tatte em: cuidado com a hepatite, menina!

Olá queridas leitoras, deste final de semana não passa... Vou caçar uma solução urgente para o meu netbook, que não tem retorno da assistência para as peças que faltam, portanto vou apelar aos santos, indo à Santa Ifigênia...

Agora deixando de brincar, pois hoje iremos conversar sobre uma assunto tri sério: a hepatite. Afinal, essa doença pode ser o preço da beleza de quem não toma os devidos cuidados quando o assunto é ficar bonita.

Decidi falar dos três tipos de hepatite mais comuns entre todas que existem, que são A, B e C. (Momentinho explicação: para quem não sabe, essa doença ataca as células do fígado). As hepatites B e C podem ser as mais persistentes. 
Existem casos em que o vírus é eliminado do organismo, porém, há outros em que a doença fica para sempre. Já na tipo A, que é a mais comum, isso não ocorre, porque o vírus ocasiona a doença, mas pode ser eliminado do organismo. Esse vilão pode ser encontrado nas fezes e em alimentos. A contaminação
ocorre por contato direto a objetos expostos ao vírus.
Agora preste bastante atenção, chegou a hora de explicar detalhadanente cada tipo e como previnir-se e combater esse mal:

Hepatite A: pode ser adiquirida por meio de água e alimentos contaminados. Sintomas: pele amarelada, mal estar, corpo dolorido, falta de apetite e febre. Uma aliada que é recomendada é a vacinação, realizada nas crianças a partir de um ano. No caso dos adultos a vacina também pode ser uma opção e tem quase 100% de eficiência.

Hepatite B: agora falamos diretamente do perigo em utilizar materiais sem a devida esterilização, pois esse tipo da doença ocorre no contato com sangue contaminado que pode ser pelo uso de um alicate de unhas,
aparelhos de barbear, seringas, agulhas e relação sexual sem proteção. Mais uma vez a vacinação é recomendada.

Hepatite C: tem a forma de contração igual a do tipo B, porém não existe vacinação que ofereça imunização e em media 30% dos casos, quando há a infecção, o quadro se torna crônico. Uma boa noticia é que existe tratamento, que pode durar de seis meses a um ano.

É importante saber ao que estamos nos arriscando quando não prestamos a devida atenção a detalhes que fazem toda diferença... e uma grande recomendação é realizar um check up periódico com seu médico de
cofiançaa e saber a quantas anda sua saúde no geral.

Não posso esquecer daquele lembrete esperto; votem no PhD como melhor blog de variedades no Top Blog 2011. É só clicar no banner lá em cima lado esquerdo e muito obrigada!!!



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