Bruna B. em "A Árvore da Vida"

08:00:00


Não sou nenhuma crítica de cinema, mas esse final de semana fui assistir "A Árvore da Vida", o novo filme de Terrence Malick, com Brad Pitt e Sean Penn no elenco. O filme me surpreendeu de tantas formas que eu resolvi compartilhar um pouco sobre ele com vocês.

Confesso que se não fosse por meus amigos eu provavelmente nem saberia que esse filme estava nos cinemas. O filme demorou 2 anos pra ser filmado, talvez o mesmo tempo que demoraria pra encontrá-lo na locadora entre tantas outras opções de longas. Mas, depois de tanto ouvir sobre essa tão esperada história confesso que fiquei empolgada, mais ainda quando vi o trailler.
Tava na cara que esse não ia ser um dos filmes que eu estou acostumada a assistir, mas embora eu sempre assista comédias, romances e dramas, fui cativada pelas cenas bonitas do trailler, - achei fofo - e mais ainda, gostei devido ao ar de reflexão, mais do que só suspirar por amor, adoro suspirar pela vida, pensar, questionar...

Pois bem... fui conferí-lo. Quando começou, só conseguia pensar: "que merda é essa? Aff, não vou gostar nem um pouco, vou acabar dormindo, ou vão ser duas horas e pouco perdidas sentada aqui". Confesso que apesar de ter gostado do ponto inicial de reflexão, acabei tendo uma má impressão inicial por achar o filme parado demais, viajado demais no começo.
Mas é exatamente disso que a trama é feita , e acho que por isso assusta muita gente que vai sem saber exatamente o que vai rolar, sem saber da história, do porquê de seu enredo. Quando a ideia finalmente ficou clara em minha cabeça que comecei a entender até os momentos em que, até então, tinha achado uma perca de tempo.
Os questionamentos complexos aparecem o tempo todo, como questões religiosas, mas nada de coisas absurdas - provavelmente perceberá que você mesmo já se pegou alguma vez questionando isso, ou sabe de alguém que o fez.
Fora isso, 'A Árvore da Vida' é um filme que deixa os sentimentos a flor da pele. Eu sou sensível, mas acredito que até mesmo quem não é ficará vulnerável, uma hora sentindo paixão pelas cenas ou pelo raciocínio de um personagem, em outra com raiva, com o coração na mão e por ai vai...

Quando o filme termina muita gente sai decepcionada, é claro, era de se esperar, pois ele não é um daqueles que segue o padrão popular, no qual o público esta mais acostumado, mas ao meu ver ele vale seu tempo. Eu saí do cinema com tanta coisa na cabeça, lembrando de sensações boas que já tive em minha vida, de respostas que obtive quando questionava mais as coisas, e mesmo sendo bem diferente do que eu estou acostumada, e sabendo que esse não é um daqueles filmes que eu vou assistir sem parar, mais de cinco, dez vezes, coloquei-o na minha lista de favoritos, porque é simples, bonito e tem valor.
Por isso, Bruna B. indica :)



E hoje quero também deixar aqui uma dica musical, uma banda que eu não consigo parar de ouvir: 'Two Door Cinema Club', da uma olhada no clipe ai embaixo e se gostar ouve mais, porque todas são ótimas! :)



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